Tempo é substância etérea que se dilata e
contraí [É] movimento é consciência de
SI
É não ter nem longe nem distância… Não ter princípio e do princípio ser fim
Movimento perpétuo que não termina… Que não cessa do repouso a ilusão
É um (re)começo que não principia que não É… Uma viagem que não começa
Esquecimento obliterado que não cessa, natureza De uma outra ilusão que desperta
Doce poema e canção, sonho de poeta,
ilusão, Sonho que adormecido ANDA…
Memória de uma outra vida passada que se
recorda, De um futuro VIVIDO agora
Da história que se faz abraçando o
vazio… Memória desejo que abraça o NADA
História recordada em desespero, CHEIA (de)vida num espaço sideral a despedida
A substância eterna em movimento que é Memória de TUDO e do absoluto NADA
Matéria gerada pelo próprio tempo [a
negação]: (C)riada e não (G)erada feita
de PÓ
Umas centelhas da criação DIVINA arte de
Deus, Estrelas que ardem consumindo-se
Vezes e vezes sem conta ardendo no espaço
sideral… Frequentes da matéria fundida
Cheia de esperanças, CHEIO de VIDA, CHEIO De plasma que se funde na fornalha
Outras tantas vezes incompreendido pelas Passagens distantes pelo vento solar
Vazia essa
centelha que hoje encontro no teu olhar, Esperança
de ser estrela e LAR…