A LUZ não compreendida pelas trevas que são a Negação da existência da matéria
Luz DIVINA que se fez em tema e Que não é compreendida pelo vazio
Brilhou mais ainda no abismo pairando,
brilhando Ainda mais na escuridão da
noite
Nas memórias obscuras onde habitavam as Trevas enterrada, no âmago do Eterno!!
Trevas imbricadas num (C)entro universal Gélidos
confins do UNIVERSO, o NADA
Mas de uma esperança vazia feita de nada
De uma potencial natureza não revelada
As Trevas a LUZ negavam assombradas Trevas do ABISMO receberam as águas
Trevas que abrangiam tudo e nada… Que se
REVELAVAM na dúvida da FÉ
Não recebiam a luz, não a aceitavam, não
Compreendiam a LUZ e recusavam-na…
A negação primeira e última de uma última Negação de uma FÉ, antítese primeira…
Receberam (…)»[1] da LUZ antagónica FÉ Com uma lógica dedutiva a NEGAÇÃO
Dúvida primeira… Pois para EXISTIR
primeiro é necessário NÃO SER… E só sendo VAZIO é que se pode ser PREENCHIDO.
Pois do NADA se fez TUDO. E do Não ACREDITAR se fez a FÉ. Acreditar e não acreditar
são dois lados da mesma moeda. Reversos (in)versos, completos na UNIDADE de uma
SIMÉTRICA vontade que espelha o próprio UNIVERSO. Pois VAZIO é MATÉRIA
POTENCIAL antes do SER!
