sábado, 1 de outubro de 2016






(Eu)… O que sou Eu?... … … Do (S)er a interrogação da (O)rigem… do Quando?, do Como? e do Porquê? Da fome de saber o desejo, a inquietude… a dúvida (U)niversal. (A) semente de uma (Fé) maior. A origem de tudo… Um mundo negro, um Útero Universal onde tudo começou, onde tudo se transforma e onde tudo acabará para começar de novo. Universos paralelos de uma constância semente, interligados na origem a partir de um ponto comum.



Génesis


«(…) O adulto que recusa ser criança, aquele que pretende saber tudo, procura o seu passado imerso nos escombros abandonados dos edifícios que foram o orgulho de outros tempos.

Este ser que outrora caminhava humildemente curvado no seu respeito pelos espíritos da floresta, caminha agora vergado pelo peso da sua ignorância. A floresta já não lhe serve, mas os antigos fantasmas do seu passado continuam a atormentar-lhe constantemente o espírito.

Este animal medroso e frágil conduzido pelos seus medos de algo que desconhece, trabalha... Trabalha dia e noite para construir um abrigo, uma esfera que o proteja, um Mundo Novo... Porém este mundo não é só seu, nele também existe uma casa fechada para aprisionar os fantasmas da sua ignorância, os seus sonhos mais temíveis que produzem os monstros que o perseguem...

O homem espreita pela janela e observa os espíritos, domestica-os e escolhe um para seu protector. Liberta-o e molda-o à sua imagem e semelhança e chama-lhe “O Todo-poderoso”.

Este animal teimoso e cabisbaixo que obedece à obra divina por ele (homem) criada em troca de protecção vagueia pelos corredores do grande labirinto por ele construído.

Na sua caminhada em busca do passado tropeça no entulho deixado pelas gerações perdidas. No entanto não descobre a verdade. Protegido pela sombra das altas paredes erguidas em nome da ciência, este ser vaidoso e social recusa olhar o sol que brilha ofuscante, fecha os olhos, reza, têm fé e espera um dia ver a luz, recusa “crescer” e quando morre, enterra-se na escuridão do ventre da terra mãe, na esperança de renascer um dia... (…)»



Recuperado o texto original escrito no início da década de 90 permanece a dúvida da origem. Só entre 2005 e 2007 nasceu um poema que ajuda a descodificar todo este texto e tudo o que se seguiu em 2012-2013 (o ano da Fé). Infelizmente o poema que se dá a conhecer abaixo está incompleto… não chegou a ser terminado por força maior, tendo também perdido a segunda parte do mesmo:



«(…) QUEM SOU EU ??


Quem sou eu ??
Cinco é o meu nome
No céu eu fui gerado
Da terra fui filho e pai
Na terra eu fui criado
Sou aquelas duas estrelas
Da constelação do Dragão
O meu corpo é passageiro
Mas minhas palavras não…
O sangue é minha vida
A água o meu sustento
O amor é o meu princípio
Também é meu alimento
Do pó das estrelas fui feito
A lua é a minha mãe
O Sol é o meu guia
Chamo-lhe Pai também
O meu avô era a luz
A minha avó meu amor
Os meus sonhos são o sustento
A minha vida é a dor
No meu corpo existe um mapa
Guardado por dois animais
Um é feroz (…)»



Recentemente (Março de 2016) surgiu a oportunidade de participar num concurso de poesia (sob o pseudónimo de Luz Martins): «Concurso Literário Pedro da Fonseca» promovido pelo Município de Proença-a-Nova. É o resultado deste meu esforço em participar que se apresenta neste blogue criado de propósito para o efeito.


Bem Hajam a todos…

Loulé, 01/10/2016

O VERBO



«No início mesmo antes de ser, no princípio do Princípio dos princípios… O VAZIO
Princípio de tudo que começa pelo fim antes de ser Do Universo essência do TEMPO
Existia o vazio absoluto condensada toda a matéria Somente o nada, o frio, as trevas
O começo de uma história do tempo natureza, TEMPO que andava em desassossego
Verbo que começa a sua obra pela ordem «Faça-se…» Que fez surgir do nada a LUZ
O princípio dos princípios de uma VIDA… Começo dos começos, LUZ ETERNA
Verbo de condição divina que não conhece o cansaço Que a fez e a memória edificou
Estava UNIDO a Deus pela PALAVRA… Deus unido à sua criação à sua GLÓRIA
Em Deus se fez Tema se fez Poema se fez PazPAZ serena tudo ganhava forma
Deus amoroso começo fazendo útero universal berço Fez história a partir do TEMA
E mais uma vez céu se fez as águas o abismo Mais uma vez a LUZ se fez na trindade
O Universo antítese e teorema, corolário do querer Verbo FAÇA-SE a sua vontade…
Verbo Divino, semente, centelha divina do DESEJAR, AMAR, SONHAR, SENTIR
Era o princípio dos tempos do (re)começo… O princípio do tempo do UNIVERSO
Deus assim criou o mundo, Deus e só Deus… E só DEUS sozinho… Era TEMPO…
(…)                                                                            Tempo de FIM e de RECOMEÇO…

FIAT



No início nada havia apenas o abismo e as águas Princípio se fez LUZ… se fez cruz…
Princípio da criação que começa no VERBO: FIAT LUX e a LUZ foi feita
Ele SONHAVA e SONHANDO criou o mundo Trabalhou o TEMA, a matéria…
Estava com ELE no princípio de TUDO… Unido à sua criação, à sua própria LUZ!!
Em CARNE se fez tema agora, em CARNE fez História que se construía outra vez…
Deus e só DEUS o FEZ em LUZ em ESPÍRITO E só DEUS a luz eterna fez do nada
Por ser TUDO a partir do NADA, por Ser vazio, por ser nada ele a fez
Ele a criou numa dualidade perfeita… A construí-o indestrutível do sonho
É filho de DEUS CRIADO, GERADA Filha de um outro sonho impossível
Que de um SONHO ALADO renascido De uma estrela fez anjos e Arcanjos…
Tudo começou numa Estrela nessa fornalha Solar A partir do plasma incendiado…
Começou no sopro inalado num corpo de barro Nesse solar forno o espírito ser alado
A maior FÉ… Ser sonho construído num outro, Um sonho prometido, fim e princípio
Existir UNIDO ao CRIADOR ao mundo… Unido em FÉ… Num estrondoso começo!
(…)                                                                            Do Big-Bang tornado UNIVERSO
Expandido, por um desejo, por um simples desejo, pela sua vontade acordado…

LUX



E fez-se a LUZ a VONTADE, FIAT LUXA LUZ foi feita hoje, amanhã e ontem
Sem dúvidas sem perguntas, sem promessas, sem Medos, sem receios, sem ansiedades
Ele a fez LUZ ao fim da tarde antes de o SER, A fez filha das ilusões ao fim da tarde
Nada existiu depois e antes… nada em nada Mais existiu antes dele e depois dele
Veio a distância, o cansaço, a memória a Luz… A si a própria LUZ, cheia de si…
À mesma luz trouxe à luz a mesma esperança, Mesma vida chamada, vida sem fim…
Existência divina de divina semelhança… Abensonhada cheia de tudo e de nada
Nele vivia tudo, vivia o nada, o vazio e a matéria… Residia essa esperança, essa FÉ…
É em FÉ tudo o que EXISTIA e EXISTIRÁ… Dos outros a dúvida, a descrença
Que da própria FÉ duvida, dúvida que Da própria dúvida se alimenta…
Estava na luz alicerçada essa FÉ CRIADA… Essa LUZ destinada a ser matéria
A vida dos homens em corpo, em carne… Ser TEMA, a ser barro nas suas mãos…
Vida por ele trabalhada, feita do nada, feita do PÓ, Por ele moldada à sua vontade…
(…)                                                    Feita no barro pelas mãos de DEUS
moldado, ganhando forma, ganhando corpo, tornando-se mulher e homem…
tornando-se FÉ… tornando em DEUS: VIDA, IMAGINAÇÃO e SONHO MULHER…

!! - MHO - !!



De um GRITO VIBRANTE que partiu forte (n) Uma escala de 7 notas menos uma…
Tudo teve a sua Origem numa escala Sonora tudo Começou pela UNIDADE de OHM
O fim confunde-se com o princípio, ÚLTIMO FIM e PRINCÍPIO, o RECOMEÇO…
Que em 8 cordas VIBRA constante tocando uma VIBRANTE música etérea UNA
Veio do NADA, DO ABISMO profundo De DEUS e se fez LUZ, Mulher e Homem
A OBRA DIVINA da CRIAÇÃO Eterna… Divina obra da criação, génese de tudo
Existir mesmo antes de o SER… Como ILUSÃO do FIM o PRINCÍPIO…
E tocando abrindo caminho andava VIBRANTE andava, CRIANDO…
A passos largos de GIGANTE se agiganta… Um ritmo GALOPANTE, ANDANDO!!
Vida que CRIAVA VIBRANTE a mesma Que começa animada por um sopro…
Era espírito plasmático… quinta-essência Assim esse espírito ANIMADO sonhado
A carne entrópica animou, CARNE que é a Composição enfática da complexidade…
Luz da LUZ de Deus Verdadeiro de Deus… De natureza ENIGMÁTICA, magnética
Dos profundos abismos negros dos Confins do UNIVERSO VIBRANTE…
Homens e Mulheres animados de vida, Homens e MULHERES e DEUS confiantes…
(…)     Cantavam uma escala distante: Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá, Si, Mho… … … …

AS TREVAS



A LUZ não compreendida pelas trevas que são a Negação da existência da matéria
Luz DIVINA que se fez em tema e Que não é compreendida pelo vazio
Brilhou mais ainda no abismo pairando, brilhando Ainda mais na escuridão da noite
Nas memórias obscuras onde habitavam as Trevas enterrada, no âmago do Eterno!!
Trevas imbricadas num (C)entro universal Gélidos confins do UNIVERSO, o NADA
Mas de uma esperança vazia feita de nada De uma potencial natureza não revelada
As Trevas a LUZ negavam assombradas Trevas do ABISMO receberam as águas
Trevas que abrangiam tudo e nada… Que se REVELAVAM na dúvida da FÉ
Não recebiam a luz, não a aceitavam, não Compreendiam a LUZ e recusavam-na…
A negação primeira e última de uma última Negação de uma FÉ, antítese primeira…
Receberam (…)»[1] da LUZ antagónica FÉ Com uma lógica dedutiva a NEGAÇÃO
Dúvida primeira… Pois para EXISTIR primeiro é necessário NÃO SER… E só sendo VAZIO é que se pode ser PREENCHIDO. Pois do NADA se fez TUDO. E do Não ACREDITAR se fez a FÉ. Acreditar e não acreditar são dois lados da mesma moeda. Reversos (in)versos, completos na UNIDADE de uma SIMÉTRICA vontade que espelha o próprio UNIVERSO. Pois VAZIO é MATÉRIA POTENCIAL antes do SER!






[1] in Evangelho de São João - PRÓLOGO (1,1-5)



«Unificado espaço de imaterial cansaço… O último a nascer (fim) será o primeiro
Tudo tem um fim, tudo tem um recomeço que Recomeça de um final anunciado…
Quanto tudo parecia perdido feito em Pó Chegar o TEMPO último estado material
Ungido corpo mortal feito em barro… Esse corpo terreno prova de vida mortal
Estava assim escrita uma promessa em FÉ… Prometida a ressurreição um ressurgir
Amálgama de sentimentos de um outro desejo… De vontades, de desejos de (de)vir…
Natural consequência de um DESEJO da vontade do Ensejo de LIBERDADE que dói
Total união de duas VIDAS que se atraem… Semente que nasce na ALMA na gente
Luz que nasce da LUZ da LUZ do TEMPO Do próprio olhar semente de um País
Alcançada GLÓRIA que deu A LUZ verdadeira de LUZ verdadeira
Xistos pesados de passados sentimentos de Pesadas consciências se opunham
Indiferentes ao futuro e ao passado… Ao DESTINO, afeitas vontades em Dó…
Seixos dormentes que rolam… Que rebolando no leito de um rio
Dormentes sentimentos acordam em Redemoinhos de palavras…
Breves encantamentos que LAVRAS… Encantamentos de VERBOS sementes
Palavras que se enrolam nos DENTES… Que são LETRAS de músicas escravas!!



Ressurgindo de uma vazio absoluto do ermo… O penúltimo filho (segundo) será
Esquecida a história, olvidada a memória, A memória de um passado distante
Semente bem-aventurada esperança… Bem-vinda de uma nova constância
Onomástica fonte, palavra imortal… Partida da ressonância UNIVERSAL
Natureza musical de vibrante essência… VIBRATÓRIA, Lamento, Lamúria…
Absoluta vontade NUA, cheia de QUERER… Vontade INTEIRA, charneira da FÉ
Reiterada FÉ de ser VERDADEIRA ABSOLUTA Consciência de ser VERDADE…
Escolha REITERADA de VONTADE livre De livre vontade… Depois de ser o É…
Final anunciado de um ponto de retorno Antevisto, final anunciado de um começo
Imaginado Poema rezado num «Terço…» Poema que nasce num berço alado…
Barro (in)carnado imaginado em VERDADE Que se transforma em carne em VIDA
Reemergindo em carne moldada Em corpo de Homem e Mulher despida!!
Inconsciente consciência sem memória nem Sentimento de outras vidas passadas
Sinal de uma bem-aventurada história De uma vontade de UNIÃO dual…
Adormecido final de uma Eva e de um Adão que repousa esperando em RÉ
Final prometido antevisto, conquistado… Anunciado de um início em FÉ… (D…)

MI



Maior vontade de SER, de QUERER… Absoluta TRINDADE, filho do meio
Inteligência MAIOR de um MAIOR desejo… Despida de preconceito a memória
Reiterada consciência que hoje faz história… Escala que vai subindo e descendo
Aliança entre um DEUS e UNO HOMEM… Entre o CÉU e o INFERNO de Dante
Gnosiológica vontade que se origina numa Antroponímica DEIDADE incomum…
Essencial VONTADE que se põe a nu na VERDADE de DOIS ser apenas UM
Semelhança cristalina de um cristal semente e Transparente de Miguel Arcanjo
Tumescente desejo de ser hoje novamente Vontade de ser homem e Anjo…
Organismo que se cria num aglomerado de PÓ Que reage à mais violenta vontade
Ressuscitado barro que se fez corpo e carne… Corpo onde dois num só habitam
Unificada vontade que ambos esses seres gritam na Esperança antes clonada em duas
Memória de um final anunciado, perdido… Esquecida mas remanescente na FÉ
Da FÉ a própria VIDA PROMETIDA a Própria FÉ esquecida que hoje recorda
Própria memória na qual construía a sua IDENTIDADE… nome próprio YHWH
Memória recordada em GLÓRIA, GLÓRIA Da própria VERDADE e FIRMEZA
Passado de uma MEMÓRIA antiga… De Glória distante… da Fé… Infante!!



Filial amor em LUZ feito, amoroso começo… Lux… Fiat Lux ao quinto dia…
Amor que da LUZ dando à LUZ nascia… Primeiro filho da NOITE e do DIA
Maior nota musical de forte ressonância… Nota na ESCALA VIBRANTE
União ORIGINAL de uma original centelha… Fecunda num orgástico instante
Levítico livro de uma natureza filial… Livro prometido que se encontra e lê…
Indício de um princípio anunciado perdido no Tempo… Perdido de uma antiga FÉ…
Totalmente perdida essa história ancestral Desconhecida essa civilização passada
Unido na constância da obra divina da criação oferecida Ao criador que o encaminha
Oriente que se perde de vista em terras finais Que não conhece, mas que adivinha…
Remanescente espírito imortal profética Dúvida de ser amanhã e hoje…
Unificada memória que se escreve em fogo e Esperança que o coração ouve e desafia
Memória que a própria memória esquecia… Olvidada de um passado sem princípio
De um começo sem fim de um Divino futuro, Um futuro glorioso CHEIO de vontade
Um Templo de Acreditar e de VERDADE de Outro caminho em espiral se desenrola
Outro filho do TEMPO que passa rodopiando TEMPO que o acompanha seguindo-o
Porto de abrigo que não tem fim e começa De um FUTURO já VIVIDO outrora…

SOL



Solar origem de centro imaginado eixo universal Centro do mundo, fornalha funda…
Orgulho de um orgulho profundo que se deseja De um Deus maior de alma profunda
Leve como o vento solar que sopra feito De explosões solares que se ejectam
Viajante profeta que anuncia nova vida pejada De ventos que pelo espaço caminham
Esperança de uma esperança nascida De uma nova luz que nasce funda
Prazenteira imagem fecunda de uma fornalha Filha de uma Láctea Galáxia…
Olvidada memória em forma de nebulosa… Memória, desconhecida origem
Lamúria que rodopia numa espiral Viajante transformada em vertigem
Liberdade de ser princípio e origem Num espaço sideral viajante solar
Una fraternidade num só corpo a Imortalidade que fez da Lua Lar
Tumescente palavra de natureza divergente num Caminho pejado de estrelas…
Iniciática viajem que reúne a coragem na Aventura na voz dos (P)rofetas
Galáxia Láctea pejada de estrelas feitas De LUZ que rodopia em espiral
De amorosa beleza, maternal idade de Uma beleza imensa de natureza imortal
Gutenberg a imaginou perfeita em forma e cor… A fez a partir da fala humana
Divergente a natureza do TEMPO em espiral… Partitura da qual a música emana…



Lábios que encerram segredos suaves… Aveludados de prazer inebriante
Amorosos beijos e desenlaces oferecidos esses Beijos dados na boca sequiosa
Beijos de uma vontade de uma rosa que são De uma natureza carente em verso
Imaginados ósculos feitos poema, feitos glosa Em prosa, cheios de contentamento…
Inteiros beijos oferecidos em desejos e Ósculos imaginados de lábios de veludo
Reiterados momentos desejados em Sentidos mudos em lábios (in)carnados
Elementos de outros elementos feitos… De filosofais teoremas, corolários, temas
Antíteses onomásticas feitas em versos (in).versos e Profundas de vontade imensa…
Totais fantasmas cristalinos de etérea natureza Espectros de luz que a luz anteviam
Unas fragrâncias e unos desejos feitos de seda… Esperanças de que prometiam a paz
Mais universais crenças de promessas e Tranquilidade num paraíso fechado
Estórias de vidas passadas de antigas formas De encantar na promessa de uma terra
De leite, mel, tranquilidade Paraíso perdido de Paz de vida onde não se conhece a dor
Vida numa terra prometida abençoada… Plena de amor, imenso jardim do Éden
Transparentes águas correntes que fluem Cristalinas águas que só a água entende
Cristais de pureza inebriante feitos De diamante feitos do homem semente…